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27 de maio de 2013

Queimadas colocam em risco vida de animais silvestres brasileiros

As queimadas que se espalham pelo País afetam diretamente a vida dos animais silvestres. Elas geram a extinção de espécies ou sua drástica redução, além da adaptação forçada a um novo habitat.
O biólogo Léo Gondi, analista ambiental do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), alerta que os efeitos das queimadas também pesam sobre os recursos hídricos e a vegetação como um todo. Nos últimos dias, especialistas da Floresta Nacional de Brasília (Flona) e agentes da Polícia Ambiental resgataram várias espécies, de pássaros raros a tatus e tamanduás. O biólogo Léo Gondi afirmou que os impactos a médio e longo prazo são assustadores. "Há um impacto terrível. (Antes das queimadas) os animais tinham um território, agora eles se veem obrigados a buscar outro local que está ocupado por animais, na maioria das vezes predadores", disse o biólogo. "É um problema gravíssimo, pois os animais que mudam de habitat são expulsos do seu ambiente natural e enfrentam a escassez de comida".



Apenas nos últimos dias, o ICMBio contabilizou 56 animais silvestres que tentavam escapar das queimadas na região da Flona. Foram recolhidos lobos-guará, tamanduás-bandeira, veados campestres e papagaios. Também foram acolhidos, machucados, um veado e um tamanduá-bandeira. Três cobras foram encontradas mortas.

Segundo Gondi, o animal silvestre, quando tem seu território destruído, sai em busca de outro local para viver. Quando o encontra e o local está sob domínio de espécies distintas ou até mesmo de animais da sua espécie, surge uma disputa por espaço. De acordo com ele, os animais passam a se enfrentar e sobrevive o mais forte. "A média de uma queimada a cada dois anos é ruim para manter a sobrevivência das espécies", advertiu.

Vítima de queimada no interior de SP, tamanduá-mirim pode ficar cego.

22 de maio de 2013

Para reflexão...

Abandono de animais... Você faria isso?




Quanta covardia...
Os animais selvagens desempenham um papel muito importante na cadeia alimentar e no ecossistema do planeta, eles vivem em harmonia no seu habitat natural.


E por tamanha importância ao planeta e ao ecossistema é que as áreas de vida dos animais selvagens precisam ser preservadas para que eles não desapareçam e consigam conviver sem mudanças em sua cadeia alimentar.

10 de maio de 2013

Animais em Extinção

Desmatar leva à destruição dos ecossistemas e à extinção das espécies que neles vivem. A Ciência identificou até hoje cerca de 1,4 milhões de espécies biológicas. Desconfia-se que devam existir mais de 30 milhões, ainda por identificar, a maior parte delas em regiões como as florestas tropicais úmidas. 
Calcula-se que desaparecem 100 espécies, a cada dia, por causa do desmatamento!. O crescimento das populações humanas aumenta terrivelmente a gravidade dos problemas que a Terra já enfrenta.

Eis alguns deles:

1- Cervo-do-pantanal:
Animal dócil e grandalhão, torna-se um alvo fácil para os caçadores em busca de sua galhada, usada como decoração.

2- Onça-pintada:
Encontrada no Pantanal, desaparece da região devido à caça indiscriminada. Sua pele tem cotação em dólares no mercado internacional.

3- Mono-carvoeiro ou Muriqui: 
O maior macaco do Brasil. É originário da Mata Atlântica. Atualmente restam apenas cerca de cem destes animais no estado do Rio de Janeiro.

4- Pica-pau-de-cara-amarela:
Os poucos sobreviventes vivem nas matas gaúchas. Com o desmatamento, perde sua principal fonte de alimentação, as sementes das árvores. 

5- Ararinha-azul:
Cobiçada no mercado internacional por sua plumagem. Há apenas cerca de cinqüenta desses animais, vivendo no Piauí e na Bahia. 

6- Mutum-do-nordeste:
Os últimos exemplares desta ave vivem hoje no litoral de Alagoas. Alguns biólogos estão tentando reproduzir essa ave em cativeiro, para garantir a sobrevivência da espécie. 

7- Mico-leão-dourado:
Com a redução da Mata Atlântica, perdeu seu hábitat natural. Restam algumas centenas na reserva de Poço das Antas, no estado do Rio de Janeiro. 

8- Tartaruga-de-couro:
Cada vez mais rara no litoral brasileiro. Sua carne saborosa e seus ovos são disputados pelos pescadores do país.

29 de abril de 2013

Onça Pintada: o símbolo da Amazônia

Os índios do Brasil guardam a gordura da onça abatida e a comem com a ponta de uma flecha. Eles acreditam que ela lhes dá uma grande coragem, como se fosse a porção de um feiticeiro.                                Essa gordura também é esfregada no corpo dos meninos, para torná-los fortes e protegê-los contra o mal.

Habita florestas úmidas às margens de rios e ambientes campestres desde a Amazônia e Pantanal até os Pampas Gaúchos. A onça pintada                                ou jaguar possui hábitos noturnos e é solitária. Excelente caçadora e nadadora, costuma abater capivaras, veados, catetos, pacas e até peixes. Pode também caçar macacos e aves. Para atacar sua vítima, é muito cautelosa, desloca-se contra o vento e aproximando-se silenciosamente surpreende a presa saltando sobre seu dorso. Daí surgiu o nome jaguar ou jaguara que significa no dialeto Tupi-guarani a expressão "o que mata com um salto".

Sendo o maior mamífero carnívoro do Brasil, necessita de pelo menos 2 Kg de alimento por dia, o que determina a ocupação de um território de 25 a 80 Km2 por indivíduo a fim de possibilitar capturar uma grande variedade de presas. A onça seleciona naturalmente as presas mais fáceis de serem abatidas, em geral indivíduos inexperientes, doentes ou mais velhos, o que pode resultar como benefício para a própria população de presas. Na época reprodutiva, as onças perdem um pouco os seus hábitos individualistas e o casal demonstra certo apego, chegando inclusive a haver cooperação na caça. Normalmente, o macho separa-se da fêmea antes dos filhotes nascerem. Em geral, após cem dias de gestação nascem, no interior de uma toca, dois filhotes - inicialmente com os olhos fechados. Ao final de duas semanas abrem os olhos e só depois de dois meses saem da toca. Quando atingem de 1,5 a 2 anos, separam-se da reprodutora, tornando-se sexualmente maduros.

Apesar de tão temida, foge da presença humana e mesmo nas histórias mais antigas, são raros os casos de ataque ao homem. Como necessita de um amplo território para sobreviver, pode "invadir" fazendas em busca de animais domésticos, despertando, assim, a ira dos fazendeiros que a matam sem piedade. Por esse motivo, e sobretudo pela rápida redução de seu habitat, esse felídeo, naturalmente raro, ainda encontra-se a beira da extinção em nosso país.

15 de abril de 2013

04 animais extintos

A Revista Super – edição 292 – apresentou um infográfico chamado “A arca de noé dos animais extintos” com alguns animais que deixaram de existir em nosso planeta. Vejam os cinco que selecionamos:


1- MOA

Nome científico: Dinornis maximus

Onde vivia: Nova Zelândia

Quando foi extinto: Século 15


Características: ave sem asas que chegava a 3,7 metros de altura e pesava 250 quilos. Uma imensidão de carne, cobiçada pelo povo amori, que chegou à região por volta de 1300, vindo da Polinésia. Comeram todas as Moas em 100 anos.


2- TILACINO

Nome científico: Thylacinus cynocephalus

Onde vivia: Tasmânia

Quando foi extinto: 1933


Características: maior marsupial carnívoro do mundo (h0je é o demônio da Tasmânia). Ganhou fama de ladrão de galinhas. O governo, então, passou a oferecer 1 libra por cabeça do animal.



3- DODO

Nome científico: Raphus cucullatus

Onde vivia: Ilhas Maurício, na África

Quando foi extinto: Século 17


Características: com 1 metro de altura e 20 quilos, não tinha medo dos seres humanos o que tornou presa fácil para qualquer pessoa caçá-lo. Os portugueses do século 16 chamavam de “doudo” que significa doido.


4- QUAGGA

Nome científico: Equus burchelli quagga

Onde vivia: África do Sul

Quando foi extinto: 1883

Características: Subespécie da Zebra, mas só era zebrada pela metade. Foi caçada por causa de sua pele. A última Quagga morreu no Zoológico de Amsterdã. Desde 1987 cientistas tenta recriar o bicho cruzando Zebras.